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Goiânia: Servidores da Educação em greve

Servidores da educação protestam em Aparecida de Goiânia Servidores da educação protestam em Aparecida de Goiânia (foto: reprodução)

Em greve há três dias, servidores administrativos da Secretaria Municipal de Educação de Aparecida de Goiânia protestaram nesta última sexta-feira, 31. De acordo como o Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Goiás (Sintego), cerca de mil pessoas se reuniram em frente à prefeitura por volta das 9 horas. Eles seguiram em passeata até a Câmara de Vereadores, última parada do grupo. A Polícia Militar não acompanha o ato e não soube confirmar o número de manifestantes.

 

O presidente da regional do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Goiás (Sintego), Delson Vieira dos Santos, informou que 75% dos 1.700 servidores já aderiram à paralisação. Conforme o sindicato, 20 escolas e Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis) não tiveram aula nesta sexta, pois não tem como as unidades funcionarem sem os funcionários  da limpeza, merendeiros, bibliotecários e auxiliares de secretaria.

 

Entretanto, a Secretaria Municipal de Educação afirmou que todas as unidades de ensino da cidade funcionam normalmente. Conforme a assessoria, as unidades tiveram aula até as 9h30, como ocorre todas as sextas-feiras, pois o restante do horário é destinado ao planejamento de aulas da próxima semana.

 

Reivindicações
Após assembleia na terça-feira (28), os servidores anunciaram a greve. Segundo o sindicato, entre as reivindicações está o plano de carreira para a categoria. “Estamos há quatro anos esperando que o projeto seja encaminhado para a Câmara. Já fizemos manifestações, nos reunimos com o secretário, ouvimos dezenas de promessas, mas até agora nada. Essas pessoas recebem apenas um salário mínimo [R$ 724] e não têm perspectiva de melhora”, destacou.

 

Outro ponto que os trabalhadores pedem revisão é o vale-alimentação, que atualmente é de R$ 40 mensais. “Esse é um benefício que deveria ajudar o trabalhador, mas é um motivo de piada. Tanto que tem o apelido de ‘vale balinha’. Queremos que esse valor seja corrigido”, afirmou Santos.

 

O presidente do Sintego no município disse ainda que a categoria reivindica o pagamento do abono, que foi feito somente para os professores no último dia 31. “Isso gerou um descontentamento geral e os servidores administrativos também têm direito a receber esses valores”.

 

A Secretaria Municipal de Aparecida de Goiânia informou que o plano de carreira está em elaboração. Sobre o abono, a pasta disse que esse benefício é pago aos professores como uma forma de valorização da carreira. Informações do G1

Da redação

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